segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dragon Ball Z: Battle of Z terá 60 missões e vai começar na saga dos Sayajins


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Um dos animes mais famosos de toda a história da televisão é, sem sombra de dúvidas, Dragon Ball (e suas vertentes). Principalmente com a gigantesca saga dos guerreiros Z, Goku e seus companheiros viveram várias séries diferentes de aventuras em vários planetas e em inúmeros jogos para os mais diversos consoles.
A próxima empreitada que a franquia vai ganhar será chamada Dragon Ball Z: Battle of Z(confira a última prévia feita pelo BJ clicando aqui) e deve remontar mais uma vez as aventuras dos guerreiros Z. A Namco confirmou recentemente que o game vai incluir 60 missões para contar a saga de Goku, iniciando pelo famoso arco dos Sayajins.
O título deve permitir que os gamers desbloqueiem inúmeros personagens secretos, além de disponibilizar cartas especiais ao final de cada missão. Esses itens vão permitir a personalização dos lutadores, incluindo algumas habilidades especiais relacionadas à força e ao Ki dos guerreiros Z.
Dragon Ball Z: Battle of Z tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre do ano que vem, com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PlayStation Vita.
Fonte: Siliconera

IllumiRoom para Xbox é incrível, mas caro demais para sair do papel


A “tecnologia de imersão” IllumiRoom, da Microsoft, deixou muita gente de queixo caído durantea demonstração inicial do equipamento, que permite a você transformar a sala em um ambiente completo de jogabilidade com realidade virtual. Até aí tudo bem – mas será que esse projeto vai chegar a ver a luz do dia?
Em entrevista ao Ausgamers, Albert Penello, chefe de produção do Xbox One, acabou com a expectativa de quem gostaria de ver o IllumiRoom já no próximo console da empresa. “Eu não esperaria isso. É uma tecnologia muito, muito legal, mas, para o consumidor, requer projetores e outras coisas”, justificou o executivo.
Essa quantidade de equipamento encareceria demais o aparelho e complicaria a instalação do equipamento. “É tudo perfeito quando você está no laboratório, tem o dinheiro da Microsoft e pode montar tudo do jeito que quiser. Mas, olhando para isso, para um consumidor comum, custaria milhares de dólares para a instalação”, explica Penello.
Após essa declaração, não se sabe se a pesquisa vai chegar a ser desenvolvida para ser usada em locais especiais, como eventos de games, ou vai ficar apenas nos tais superlaboratórios daMicrosoft.
Via Tecmundo

Xbox One não deve suportar armazenamento de dados externos logo no lançamento


Fonte: Divulgação/Microsoft
O Xbox One deve ser lançado em novembro deste ano, contendo um disco rígido único, no tamanho de 500 GB. Ao que parece, o plano da Microsoft é fazer com que a plataforma venha a contar com suporte para armazenamento externo de dados, bem como já acontece com o atual Xbox 360.
Essa informação divulgada hoje pelo site oficial Major Nelson faz com que possamos concluir que o console da oitava geração da Microsoft não deve suportar HDs externos já em seu lançamento. Esse potencial atraso para a entrega na funcionalidade possivelmente se deve ao fato de que a equipe de desenvolvimento do Xbox One está trabalhando em outras coisas mais urgentes neste momento.
O comunicado foi emitido originalmente pelo site em resposta direta à pergunta de um fã do console, durante um podcast dedicado à PAX deste ano. Vale lembrar que já havia sido confirmado anteriormente que o Xbox One não permitirá que os gamers substituam o HD interno (de 500 GB) que acompanhará os consoles.
Por outro lado, a Sony confirmou que irá permitir que os jogadores substituam os HDs do PlayStation 4 desde o seu lançamento.
Fonte: Major Nelson

Atualização para The Sims FreePlay adiciona nova ilha


(Fonte da imagem: Divulgação/Electronic Arts)
​A mais nova atualização do game The Sims FreePlay, disponível para Android e iOS (iPhone,iPad e iPod Touch), dá aos jogadores a possibilidade de explorar uma ilha repleta de mistérios. OS jogadores podem ainda despertar o mistério dos monumentos para desbloquear os poderes do mundo antigo. 
Os arqueólogos descobriram uma nova ilha fora da costa de Sim Town e essa nova atualização permite aos Sims viverem nesse lugar paradisíaco  cheio de tesouros. Nessa utópica ilha, os Sims podem construir casas luxuosas ou viverem em estilo náutico com as inéditas casas flutuantes. 
Essa nova atualização encoraja os jogadores a completarem objetivos e reconstruírem a ponte que os leva para um mundo desconhecido. Há um tesouro pirata disponível apenas para o mais rápido dos construtores. Os "simmers" também podem exercitar seu lado ecológico e colher as novas plantas que dão recompensas: o broto de Simoleons e o Lótus de Pontos de Vida. 
Via Tecmundo

Apenas uma parte da interface do PS4 foi mostrada, diz Sony


Durante a abertura da conferência da Sony na gamescom 2013 (acima), o próprio Shuhei Yoshida estava lá, sentadão, para exibir rapidamente a interface do PlayStation 4. Mas aquilo, porém, foi só um olhar superficial sobre os menus que, de acordo com o presidente dos estúdios de desenvolvimento da Sony, tem muito mais a oferecer.
Segundo ele, todas as informações de interesse do jogador estarão à disposição assim que ele ligar o console. Coisas como as atividades dos amigos, notícias sobre os jogos preferidos, novos DLCs ou atualizações, compartilhamentos, tudo estará ali, na tela inicial, de forma customizável e de acesso rápido.
Yoshida confessa que gostaria de ter mostrado mais das capacidades sociais do console no palco da gamescom, mas o tempo era pouco. Mas diz que tudo será exibido de forma profunda daqui até o lançamento da plataforma, que chega ao Brasil oficialmente no dia 29 de novembro.
Fonte: Sony

Mighty No. 9: criador de Mega Man coloca sucessor espiritual da série no Kickstarter




Mega Man está de volta? Mais ou menos. Com o nome de Mighty No. 9, o projeto do jogo, anunciado no Kickstarter pela Comcept (a empresa formada por Keiji Inafune e outros ex-veteranos da Capcom), promete trazer uma experiência semelhante à oferecida pelos games do famoso robô azul – embora com uma jogabilidade reimaginada e melhorada.
A trama de Mighty No. 9 não poderia ser mais familiar. No game, o jogador tomará o controle de Beck, o nono robô de uma série de autômatos poderosos. Por algum motivo misterioso, todos os seus “irmãos” foram infectados por um vírus de computador que os tornou malignos; obviamente, cabe a Mega Man Beck acabar com todos eles.
Fonte: Reprodução/Kickstarter
Graficamente, as imagens conceituais feitas pelo time também mostram que Mighty No. 9 será bastante semelhante ao estilo de Mega Man tanto em personagens quanto cenários, como você pode ver acima. Vale dizer, porém, que isso ainda pode mudar até as fases finais, já que o título ainda está em seus estágios iniciais de planejamento.
Copie e transforme
Assim como no próprio Mega Man, Beck terá como principal habilidade a capacidade de absorver poderes dos inimigos, tanto para ter novos ataques quanto para se transformar. Com isso, o robô azul cinza pode mudar sua estrutura para ganhar braços extensíveis ou um corpo com forma de tanque, capaz de passar pelos temidos espinhos dos cenários sem um ferimento sequer.
Mas em Mighty No. 9 você não ganhará os poderes apenas ao derrotar chefes: ao derrotar certos inimigos com armas específicas ou atingindo seus pontos fracos, é possível coletar um tipo de energia chamada “Xel” de seus corpos. Com ela, Beck ativar as “Mighty Skills”, que permitem a ele bônus temporários de velocidade e pulo duplo, lançar ondas de golpes em um inimigo ou mesmo dar um poderoso golpe que atinge a tela toda, por exemplo.
Alguns exemplos das transformações e Mighty Skills que Beck será capaz de utilizar. Fonte: Reprodução/Kickstarter
Se o projeto atingir o valor mínimo, Mighty No. 9 deve ser lançado no segundo trimestre de 2015, para PC. Versões para Mac e Linux também podem ser desenvolvidas, caso as metas extras sejam alcançadas, assim como ports para PS3, Wii U e Xbox 360, se eles alcançarem 2,5 milhões em investimentos. E é bem possível que isso se torne verdade, visto que o game já atingiu mais de 850 mil dólares dos 900 mil pedidos em apenas dois dias.
Fonte: Kickstarter

Em dez anos, metade do mercado de jogos será composto por mulheres


Fonte da imagem: iStock
Hoje, muito se fala sobre o machismo e as distinções claras entre homens e mulheres no mercado de desenvolvimento de jogos. Elas compõem hoje apenas 4% da força de trabalho no setor e, apesar de termos exemplos de cargos altos, a maioria está na parte de baixo da cadeia de produção, com salários e valorizações menores. Um prospecto que contrasta com o total de gamers, composto em 45% por mulheres.
As coisas, porém, estão mudando. E para Gary Carr, diretor criativo da Lionhead, em cerca de dez anos teremos metade do mercado de desenvolvimento ocupado por mulheres. Os motivadores para isso, diz ele, são os consoles portáteis e dispositivos móveis, menores e muito mais atrativos para ela. Por meio do pouco tempo livre, elas acabam entrando nesse mundo e, mais tarde, partem para consoles, experiências maiores e, eventualmente, trabalho.
Do lado das desenvolvedoras, já dá para observar um crescimento na diversidade dos currículos recebidos. Aos poucos, diz Carr, isso vai se refletir na força de trabalho. O diretor brinca: “não quero caras fazendo jogos para caras. Quero homens e mulheres fazendo jogos para homens e mulheres. Não quero mais sentar em um estúdio cheio de homens.”