quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Resident Evil HD já está disponível para compra antecipada no Xbox


Preparado para mais uma rodada de matança de zumbis? Então é bom mexer na carteira, pois a Microsoft anunciou que Resident Evil HD Remaster já está disponível para compra antecipada nas plataformas Xbox. 
De acordo com as informações divulgadas, Resident Evil HD Remaster chegará apenas em 20 de janeiro, mas aqueles que quiserem garantir que tudo esteja certo quando essa data chegar já podem comprar o jogo por R$ 39 e deixá-lo instalado no disco rígido do console – e, nesse ponto, é válido mencionar que são necessários 14,68 GB de espaço livre para alocar o game. 
Donos de PlayStation 3 e PlayStation 4 também já podem adquirir o game antecipadamente. Nas plataformas da Sony, a compra de uma versão dá direito ao download da outra sem custo adicional. 
Resident Evil HD Remaster será lançado em versões para Xbox One, Xbox 360, PlayStation 4, PlayStation 3 e PC.

Prepare o seu PC! Requisitos de The Witcher 3 são divulgados

The Witcher 2: Assassins of Kings foi um game que, à sua época, arrancou o poderio dos PCs. Agora, a CD Projekt Red divulgou os requisitos necessários para se jogar The Witcher 3: Wild Hunt, previsto para maio na plataforma e também no PS4 e Xbox One.
Sem mais delongas, confira os requisitos mínimos e os recomendados para curtir o game numa boa:

Requisitos mínimos

  • Processador Intel Core i5-2500K de 3,3 GHz / AMD Phenom II X4 940
  • Vídeo: NVIDIA GeForce GTX 660 / AMD Radeon HD 7870
  • Memória RAM de 6 GB
  • Sistema operacional de 64 bits Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1
  • DirectX 11
  • Espaço no HD: 40 GB

Requisitos recomendados

  • Processador Intel Core i7 3770 de 3,4 GHz / AMD FX-8350 de 4 GHz
  • Vídeo: NVIDIA GeForce GTX 770 / AMD Radeon R9 290
  • Memória RAM de 8 GB
  • Sistema operacional de 64 bits Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1
  • DirectX 11
  • Espaço no HD: 40 GB
The Witcher 3: Wild Hunt será lançado no dia 19 de maio e terá distribuição exclusiva da NC Games & Entertainment no Brasil e na América Latina. O jogo virá 100% em português.

PS3 e Xbox 360 devem se aposentar até começo de 2016

Dizem que ano de número ímpar costuma ser “melhor”. Se há alguma razão ou teoria por trás disso, ninguém sabe, mas o fato é que a temporada vai marcar um importante período para a indústria de video games. Estamos no segundo ano do ciclo de vida da dita “nova geração”, composta, majoritariamente, por PS4 e Xbox One – o Wii U segue um caminho próprio e está deliberadamente fora dessa disputa.
O período de transição costuma ser naturalmente lento. Eu mesmo, desde o começo, não apostei que 2014 seria um grande ano para os games – mas importantíssimo para a indústria, principalmente o Brasil, que está aquecido no segmento – justamente pelo fato de a nova geração ser ainda muito recente. Jogos exclusivos para PS4 e Xbox One ainda estão escassos, e as adaptações multiplataforma ou ficam capadas ou não têm a mesma “lapa” daqueles que só saem para os novos consoles (e o PC).
Vide títulos como Watch Dogs, Far Cry 4, Evil Within, Middle-earth: Shadow of Mordor e tantos, tantos outros. Shadow of Mordor é especialmente marcante! Mas só no PS4 e Xbox One. Tanto que o game da Warner Bros. chegou ao PS3 e Xbox 360 meses após ter sido lançado na nova geração. Basicamente, o que temos agora são portes. Os jogos são desenvolvidos para as novas arquiteturas e posteriormente portados para as velhas – daí o “capado” que estampa o título desta matéria.

Portes, portes e poucas iniciativas interessantes

É curioso ver que uma ou outra publisher ainda resguarda na manga algumas iniciativas válidas para dar sobrevida à velha geração. A Ubisoft, por exemplo, lançou Assassin’s Creed: Rogue só para a velha geração. Por mais que o game esteja sujeito ao porte a novas plataformas no futuro, ele foi concebido como um “brinde” aos jogadores que prezam por suas queridas plataformas da geração passada.
O panorama deste ano, por exemplo, é um dos mais promissores dos últimos tempos. O lançamento de sequências aguardadíssimas e o nascimento de IPs inéditas vão abarrotar a temporada. Tudo o que foi prometido em 2014 chega agora em 2015. Mas e a velha geração?

Games como Halo 5: Guardians, Uncharted 4: A Thief’s End, Rise of the Tomb Raider, Quantum Break, The Order: 1886, Bloodborne, Batman: Arkham Knight, The Witcher 3, entre tantos outros, não vão dar espaço para que títulos “menores” como Yakuza 5 e Tales of Zestiria, ambos exclusivos para PS3 e cujo público é bem seleto. São jogos do nicho oriental que chegarão ao ocidente este ano. Yakuza 5, por exemplo, foi lançado em 2012 no Japão.
O Xbox 360 segue ainda mais apagado. A Microsoft dá fôlego ao console através de ofertas interessantes e jogos gratuitos na Games with Gold, mas convenhamos: não há um exclusivo de peso para a plataforma faz tempo. O último, e do qual muitos preferem não se lembrar tanto, foiGears of War: Judgment, pouco memorável.

O “truque” das remasterizações

As remasterizações e remakes estão na crista da onda faz tempo. As publishers descobriram que a técnica, apesar de caça-níqueis, funciona. Talvez não de forma tão eficiente para a indústria, mas absolutamente eficaz aos jogadores, que consomem esses produtos.
O fato é que há dois ângulos dessa perspectiva: um é justamente o caráter de lucro que o negócio tem, e o outro é oferecer aos usuários a possibilidade de experimentarem um game que não tenham jogado ainda, reformulado e repaginado. Para um lado ou para outro, o macete só serve para “enfraquecer” o PS3 e o Xbox 360.
Ora, se existem games como The Last of Us Remastered, Tomb Raider: Definitive Edition, Sleeping Dogs: Definitive Edition, Metro: Redux, Halo: The Master Chief Collection (Halo 3 e 4 são do Xbox 360), o vindouro DmC remasterizado, entre tantos outros, quem vai querer jogar tais títulos em suas plataformas antigas? É nesse ponto que o macete desvaloriza a velha geração. E isso é só o começo. Como as publishers viram que a técnica funciona, podem esperar por muito mais. God of War, a trilogia Gears of War, a trilogia Uncharted no PS3... Nada impede que tudo isso seja relançado.

Multiplataforma: alcance maior de público, mas qualidade deteriorada

Conforme mencionado, o horizonte de 2015 é longo e tem um forte caráter multiplataforma. Games como Mortal Kombat X, Resident Evil: Revelations 2, Resident Evil HD Remaster, Metal Gear Solid 5: The Phantom Pain, entre outros, chegarão ao PS3 e Xbox 360. Mas... Será que precisariam mesmo?
Dying Light, por exemplo, foi recentemente cancelado nas duas plataformas. A Techland disse que “simplesmente não estava dando”. Será que isso não mostra que, bom, já deu? Desenvolver um projeto exclusivamente para PS3 e Xbox 360 funciona, mas “capar” o jogo só para que ele esteja em um número maior de plataformas definitivamente não.

O mesmo serve para The Witcher 3. Para quem não sabe, lá no começo, nos primórdios de seu desenvolvimento, ele havia sido concebido para todas as plataformas. Mas a CD Projekt Red também viu que “não dá” e, sem pestanejar, cravou o game para PS4, Xbox One e PC somente.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Assinatura mensal do PlayStation Now custa 20 dólares e traz 100 jogos


Esses títulos são, é claro, apenas os primeiros do catálogo do serviço. De acordo com o anúncio oficial feito no PlayStation Blog, teremos um suporte cada vez maior para o PlayStation Now, que deve trazer títulos de empresas como a Warner Bros., a SEGA e a própria Sony, além de jogos de desenvolvedores indie.
Confira, logo abaixo, a lista completa:
  •  Alpha Protocol
  • Anomaly: Warzone Earth
  • Batman Arkham City
  • Ben 10 Omniverse
  • Ben 10 Omniverse 2
  • BioShock Infinite
  • Bit.Trip Presents Runner 2
  • BlazBlue
  • BlazBlue Calamity Trigger
  • BlazBlue: Continuum Shift Extend
  • Bound By Flame
  • Chime Super Deluxe
  • Contrast
  • Crazy Taxi
  • Critter Crunch
  • Cuboid
  • Darksiders
  • Darksiders II
  • de Blob 2
  • Dead Island
  • Dead Island Riptide
  • Dead or Alive 5
  • DiRT 3
  • DIRT Showdown
  • Dynasty Warriors 7
  • Earth Defense Force 2025
  • Echochrome
  • El Shaddai: Ascension of the Metatron
  • Enslaved
  • F1 2013
  • Final Fantasy XIII
  • God of War
  • God of War Ascension
  • GRID 2
  • GRID Autosport
  • Guacamelee
  • Hakuoki
  • Hot Shots Golf
  • ICO
  • inFamous
  • Kane & Lynch 2: Dead Men
  • Killzone 3
  • King of Fighters XIII
  • LEGO Batman 2
  • LocoRoco
  • Lumines
  • Madagascar 3
  • Metal Slug
  • Metal Slug 2
  • MotoGP 13
  • MotorStorm Apocalypse
  • MX vs ATV Reflex
  • NASCAR 14
  • NBA 2K14
  • Nights Into Dreams
  • Ninja Gaiden Sigma 2
  • Operation Flashpoint: Dragon Rising
  • Overlord
  • Overlord 2
  • Pac-Man Championship Edition DX
  • Papo & Yo
  • Piyotama
  • Planet Minigolf
  • Port Royale 3
  • Pure Chess
  • Rainbow Moon
  • Ratchet & Clank Future: A Crack In Time
  • Ratchet & Clank Into The Nexus
  • Ratchet & Clank: Full Frontal Assault
  • Record of Agarest War
  • Red Faction: Guerrilla
  • Renegade Ops
  • Resident Evil 5
  • Rise of the Guardians
  • Rocketbirds: Hardboiled Chicken
  • Saints Row 2
  • Saints Row IV
  • Saints Row: The Third
  • Shadow of the Colossus
  • Shatter
  • Siren Blood Curse: 1-12
  • Skullgirls
  • Sly Cooper Collection
  • Sly Cooper: Thieves In Time
  • Sniper Elite V2
  • Soldner X 2
  • Sonic CD
  • Sonic Generations
  • Sonic The Hedgehog 4 - Episode 1 & 2
  • Spelunky
  • Super Street Fighter IV: Arcade Edition
  • Tales from Space: Mutant Blobs Attack
  • The Last of Us
  • The Raven
  • The Walking Dead
  • Tokyo Jungle
  • Uncharted: Drake's Fortune
  • Vessel
  • Virtua Fighter 5
  • Warhammer 40,000: Space Marine
  • Warhawk
  • XCOM Enemy Within
  • Zen Pinball 2 Classics

Ainda inviável para brasileiros

Ok, essa é certamente uma novidade ótima para quem usar o serviço. Mas já avisamos que, infelizmente, ainda não há como o público brasileiro utilizar o PlayStation Now. O problema aqui não está na possibilidade de fazer a assinatura em si; embora o aplicativo não esteja disponível no Brasil, você ainda pode usar o serviço com uma conta norte-americana da PSN e um cartão de crédito internacional.
Você não vai conseguir, no entanto, fazer a transmissão, mesmo com a melhor conexão possível: a latência (o odiado “Ping” que tanto vemos nos jogos online) é grande demais, devido ao fato de os servidores do PlayStation Now se localizarem apenas nos EUA. Como resultado, o sistema o impede de jogar automaticamente, e você vai apenas gastar dinheiro por nada.
A solução, nesse caso, é esperar que a empresa lance servidores do serviço por aqui – o que deve demorar um bom tempo, já que a Sony nos avisou, por email, que não tem planos para o PlayStation Now aqui no Brasil.

Dias contados! Analista diz que Xbox One alcançará PS4 em vendas este ano

por mais que o assunto gere atritos entre os fãs de marcas, o fato é que as vendas, para bem ou para mal, continuam sendo uma das melhores formas de mensurar o desempenho de uma determinada plataforma. É o termômetro inevitável. A principal disputa da nova geração se dá entre PS4 e Xbox One, e as vendas do console da Microsoft, na visão do analista independente Billy Pidgeon, vão alcançar os números acumulados pelo PS4, que são acachapantes até o momento.
Pidgeon disse que o aparelho da Sony “não ficará por muito tempo no topo da lista”. “O Xbox One vendeu mais do que o PS4 já no final de 2014 e isso deverá continuar em 2015. E isso ocorre não porque a Sony está falhando em algum ponto, mas sim porque a Microsoft a está alcançando por meio de ações. À medida que o preço de hardware cai e que os exclusivos começam a ficar numerosos no Xbox One, um grupo cada vez maior de jogadores vai migrar para o console”, avalia o analista em entrevista ao GamesIndustry.

2015: um ano de equilíbrio entre PS4 e Xbox One

Na visão de Pidgeon, a penetração do Xbox One no mercado não necessariamente vai colocar o aparelho da Microsoft muito à frente do PS4, mas vai acirrar a disputa e equilibrá-la. “Eu não acredito que a penetração do Xbox One [no mercado] vai colocá-lo muito à frente do PS4, mas penso que os dois consoles vão estar muito equilibrados durante o seu ciclo. E também existe uma grande porcentagem de jogadores que possuem em suas casas os dois consoles da oitava geração. A tendência deve permanecer assim”, concluiu.
Em outras palavras, é muito sadio ver um mercado assim, competitivo e equilibrado. Uma marca dominante jamais é saudável porque ela fica com o consumidor na palma da mão e faz o que bem quer com ele. Portanto, a notícia é ótima.

Microsoft libera mais poder de CPU a devs do Xbox One. Mas qual é o limite?


A Microsoft tem o típico semblante da empresa burocrática e sistemática, mas sempre foi colaborativa. Agora, a companhia de Bill Gates liberou mais poder de CPU aos desenvolvedores que trabalham no Xbox One. Esse é um dos esforços que a empresa aplica a uma de suas divisões mais importantes da atualidade.
A apuração foi feita pela equipe da Digital Foundry, do Eurogamer, que teria analisado o dev kit de software do console. De acordo com o site, a Microsoft liberou acesso a um núcleo adicional de processamento (de um total de oito).

“50% a 80% de um sétimo núcleo” e “performance melhor que o PS4”

Nesse último SDK, revela o portal, os desenvolvedores podem acessar “50% a 80% de um sétimo núcleo”. “Isso pode parcialmente explicar por que uma pequena quantidade de títulos multiplataforma lançados no último trimestre de 2014 tinham vantagens de performance sobre os elementos do PS4 em certos cenários”, diz o site.
O poder adicional, no entanto, tem um preço. Os jogos não podem utilizar comandos de voz personalizados, e algumas funções do sensor 2.0 do Kinect ficam desabilitadas. O acesso ao sétimo núcleo é arriscado porque comandos de voz relacionados ao sistema podem ter metade de sua capacidade debilitada.

E a segurança do sistema?

O fato de  o SDK ter vazado levantou uma questão: e a segurança do sistema? Uma vez que muitos teriam agora acesso a essa informação (inclusive hackers/crackers), ela poderia ser comprometida? “A verdade é que o Xbox One é tão seguro agora quanto era antes do vazamento”, diz o Digital Foundry.
Independentemente disso, é interessante observar que o poder de processamento do Xbox One é cada vez mais “descoberto” – e só o futuro dirá de que forma isso pode se desdobrar, pois as arquiteturas de PS4 e Xbox One definitivamente são diferentes, apesar dos hardwares parecidos.

console brasileiro obra da pirataria com 6 mil jogos



Desnecessário dizer que a pirataria, infelizmente, ainda é parte do cenário brasileiro no mercado de consoles. Claro que esse cenário, moldado há muito tempo, melhorou muito de anos para cá e “amadureceu” – no sentido de ter sido minimizado –, mas os esforços ainda estão longe do fim. Empecilhos como altos impostos e pesada tributação são verdadeiros entraves para a otimização desse processo. E assim nascem produtos como o Infanto, console que traz consigo uma biblioteca de mais de 6 mil jogos.
Há diversos consoles nessa enorme quantidade. O acervo traz títulos para as seguintes plataformas:
  • Atari 2600
  • Game Boy
  • Game Boy Color
  • Mame: Fliperama: Arcade
  • Capcom: Fliperama: Arcade
  • Sega Master System
  • Sega Genesis (Megadrive)
  • Neo Geo
  • Nintendo
  • Super Nintendo
  • TurboGrafx-16